1° dia do cerco de Jericó

Padre João Luiz…

Veio de Curitiba com a missão de Abrir o Cerco de Jericó, e assim o fez:

Deixa seu convite para o 2° dia do cerco que será pela manhã com o Padre Dudu às 07h30 e com Padre Jorge Ney às 19h:

Acompanhe o  Padre joão Luiz Lemos na associação Evangelizar é Preciso junto o Padre Reginaldo Manzoti e o siga no instagram em padre_joao_luiz.

Ouça os áudios deste cerco de Jericó em nosso PODCAST.

Um médico também adoece

Se refere a nós padres…

“Nesse quesito, Padre Fábio de Melo está sendo porta-voz de inúmeros sacerdotes que enfrentam a depressão. Ter depressão não significa que se deixou de rezar, mas sim, que não conseguiu aliviar o peso que se carrega e se cansou. Temos medo de dizer o que sentimos e o que passamos, pois somos vistos como máquinas de solução de problemas. Tantas noites choramos escondidos porque não nos podem ver chorar, tantos dias que a cama nos quer o dia todo, mas nos levantamos pois temos muitos a cuidar. O “sistema” nos tirou o direito de sermos frágeis, somos obrigados a sorrir sempre, pois um rosto triste frusta aqueles que nos vê como esponjas de tirar sofrimento, como médico que nunca pode adoecer. Desafio é caminhar rumo á perfeição, educar a humanidade, mas poderia ser mais fácil estivéssemos o direito de assumir nossa dor, nossa tristeza, nossas angústias… Quando muitos descansam, passamos noites em claro pesando nas soluções, nos remédios que temos a oferecer. Por fim, também sofremos, também nos decepcionamos, também nos sentimos abandonados. Exigem que sejamos bons administradores, oradores eloquentes, construtores de catedrais, mas na verdade só queremos ser servos de Deus com os pequenos dons que ele nos deu. Não queremos ser locutores de espetáculos para alegrar o público dominical, não queremos ser animadores de terapia de autoajuda, queremos só partilhar a simples, ricas e belas palavras do evangelho. Um médico também adoece”.

 

Retirado de: http://deskgram.org/pefabiodemelo/taggedin?next_id=1586790350742256989

Memoria De Nossa Senhora Rainha

Memoria De Nossa Senhora Rainha

Hoje a Igreja celebra a memória litúrgica de Nossa Senhora Rainha, celebração instituída aos 11/out/1954 pelo Papa Pio XII por meio da carta encíclica Ad Cæli Reginam.

O objeto da instituição dessa liturgia era enaltecer a devoção filial da Igreja à Maternidade Divina de Maria e a sua Realeza decorrente desta, num contexto em que, conforme sinaliza o documento, havia 4 anos (1950), fora definido o dogma da sua Assunção Gloriosa e, havia 100 anos incompletos (1854), fora definido o dogma da sua Imaculada Conceição. Sem contar que a data de promulgação da encíclica é aquela mesma da definição do dogma da Maternidade Divina de Maria, proclamado pelo Concílio de Éfeso em 431.

A data escolhida para sua celebração foi dia 31 de maio, encerrando assim festivamente o mês dedicado a Nossa Senhora. Todavia, com a reorganização do calendário litúrgico após o Concílio Vaticano II – empreendida pelo Beato Papa Paulo VI em 1969 através do motu próprio Mysterii paschalis -, cujo objetivo era dar-lhe um cunho cada vez mais cristológico, a festa de Nossa Senhora Rainha foi substituída pela da Visitação de Nossa Senhora a Isabel, sendo transferida com grau de memória para 22 de agosto, encerando assim a antiga oitava da Assunção, enaltecendo que, após ser gloriosamente assunta, Maria foi coroada no Céu como Rainha.

01/09/1950 Dogma da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria aos Céus

Sua Santidade o Papa Pio XII

Em solene Liturgia celebrada a 1º de novembro de 1950, proclama a definição do Dogma da Assunção da Bem-Aventurada Virgem Maria aos Céus.
* (…) pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que: a imaculada Mãe de Deus, a sempre virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial.* (Papa Pio XII, const. apostólica Munificentissimus Deus, n.44, 1º de novembro de 1950)