Memoria De Nossa Senhora Rainha

Memoria De Nossa Senhora Rainha

Hoje a Igreja celebra a memória litúrgica de Nossa Senhora Rainha, celebração instituída aos 11/out/1954 pelo Papa Pio XII por meio da carta encíclica Ad Cæli Reginam.

O objeto da instituição dessa liturgia era enaltecer a devoção filial da Igreja à Maternidade Divina de Maria e a sua Realeza decorrente desta, num contexto em que, conforme sinaliza o documento, havia 4 anos (1950), fora definido o dogma da sua Assunção Gloriosa e, havia 100 anos incompletos (1854), fora definido o dogma da sua Imaculada Conceição. Sem contar que a data de promulgação da encíclica é aquela mesma da definição do dogma da Maternidade Divina de Maria, proclamado pelo Concílio de Éfeso em 431.

A data escolhida para sua celebração foi dia 31 de maio, encerrando assim festivamente o mês dedicado a Nossa Senhora. Todavia, com a reorganização do calendário litúrgico após o Concílio Vaticano II – empreendida pelo Beato Papa Paulo VI em 1969 através do motu próprio Mysterii paschalis -, cujo objetivo era dar-lhe um cunho cada vez mais cristológico, a festa de Nossa Senhora Rainha foi substituída pela da Visitação de Nossa Senhora a Isabel, sendo transferida com grau de memória para 22 de agosto, encerando assim a antiga oitava da Assunção, enaltecendo que, após ser gloriosamente assunta, Maria foi coroada no Céu como Rainha.

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